quinta-feira, 28 de março de 2013

Enfoques Administrativos - Benno Sander


QUADRO COMPARATIVO DOS PRINCIPAIS ENFOQUES ADMINISTRATIVOS DA EDUCAÇÃO 
ENUMERADOS POR  BENNO SANDER


Tradição funcionalista
(neotecnicismo)
Enfoque
Tradição
Período de vigência mais intenso
Principais características
Jurídico
Direito administrativo-romano de cunho dedutivo: parte do geral seguindo para o particular. Método proposto pelos racionalistas, que acreditavam que só a razão pode levar ao conhecimento verdadeiro.

Século XVI ao início do século XX
-Pensamento indutivo: experiência empírica e fatos observados.
-Legalismo: enfatiza a ordem, regulamentação e codificação
-Influências positivistas a partir do séc. XIX.
Tecnocrático

Se baseia nas teorias de Taylor (administração científica) onde os principais princípios são: planejamento,organização, execução e controle; Fayol (princípios da administração), e a teoria da burocracia dedutiva e normativa


Primeiras décadas do século XX até a década de 40
-Provocou o aparecimento de reformas de movimentos reformistas na administração do Estado e da Educação.
-É ofício dos administradores planejar as tarefas do operário, e ao operário executar seu trabalho.
-Preocupação em elevar o nível da eficácia do trabalho e obtendo assim maior produtividade.
Comportamental

Teoria das relações humanas, e abordagens sistêmicas
(teoria dos sistemas)


A partir da década de 40
-Resgate da dimensão humana e sua relação com a dimensão institucional. -Considerar o elemento humano como parte importante na instituição. -Orientação orgânica e compreensiva no estudo da inter-relação entre as diversas dimensões do sistema educacional
Desenvolvimentista


Tradição funcionalista, almejando produtividade e eficiência. Pretendia se apoiar a administração dos serviços de assistência técnica e ajuda financeira.


Surge após a 2° Guerra Mundial, 1946 até a década de 70
-Preocupação com a produtividade e eficiência. -Surge o planejamento da educação, impulsionado pelas agências de assistência técnica e financeira dos países desenvolvidos.
-Grande aumento do número de instituições de educação, assim como os recursos públicos para a mesma. -A educação desenvolvia-se em função do mercado de trabalho. –Criação da Lei 5.962/71(que introduz na escola a figura dos “especialistas”). –Pouca ou nenhuma autonomia administrativa e pedagógica da escola. –Restrita participação da comunidade escolar.
Tradição interacionista
(gestão democrática)
Sociológico
Interacionalista de administração da educação. Concebe perspectivas de administração baseadas nos valores culturais e políticos da sociedade latino-americana e de suas instituições sociais.


A partir da década de 70 aos dias atuais
-Propõe uma administração que considere a demanda social de sua realidade para que se alcance os resultados esperados;a superação dos problemas existentes no contexto sócio-político. –Conquista da gestão democrática como princípio na Constituição Federal de 1988, na LDBEN n° 9.394/96.

Karl Marx - Síntese


KÁTIA BATISTA MARTINS
Aluna especial do Mestrado Profissional em Educação/UFLA 

KARL, Marx. O Capital. Crítica da Economia Política. Livro Primeiro. O Processo de Produção do capital.  Cap. X, XI, XII, XXIV, Vol. II, 14ª Edição.
KARL, Marx. Manuscritos econômico-filosóficos. Trabalho Estranhado e Propriedade Privada.
FONTE, Sandra Soares Della. Escola, Unidade e Diversidade. Reflexões a partir de Karl Marx.

Em seus escritos em “O Capital,percebe-se que o projeto de Marx era entender como funciona o modo de produção capitalista. Marx parte da realidade, da experiência real e daí para os conceitos mais profundos.

O volume I traz essencialmente o modo de produção capitalista a partir do ponto de vista da produção. Não do mercado, não da troca global, mas da produção. O volume II traz a perspectiva da troca. E o volume III fornece matérias sobre a formação das crises e também sobre as regras de distribuição (juros, taxas).

Restringindo ao volume II, Marx, fala sobre a divisão das classes, a expropriação dos camponeses, o lazer como tempo de trabalho. No período do século XIV ao século XVIII, no período de lazer vendia-se a força de trabalho. O valor de uso era aqui necessário para o valor de troca.  Em seguida temos o início da indústria têxtil e posteriormente à reforma que surge no contexto de questionamento da igreja. Então, pregava-se que as pessoas acreditavam que só teriam salvação através do trabalho. Com a usurpação das terras, veio o desencantamento da mesma. Marx retrata aqui que a terra perde seu valor de humanização (como ponto de encontro, valor da terra natal...) a relação que as pessoas tinham com as outras através da terra, Transformação no sentido de terra. Em seguida, com a expulsão dos escoceses, último grande processo de expropriação, Marx fala da limpeza das propriedades “varrer destas os seres humanos”. Aqui ele leva a pensar na condição posterior na qual nós vivemos. Entretanto, ele mostra também que as pessoas resistiram, lutaram para ficar em suas terras.

Com a legislação sanguinária contra os expropriados, o trabalhador só consegue trabalhar a partir do momento que vende sua força de trabalho. Temos então, a necessidade da venda de força de trabalho diante de um capitalista que irá fazer uso dessa força. A massa de trabalhadores foi coagida a cooperar. Foi então instituído um novo modo de vida, considerando que apenas a expulsão das pessoas de suas terras não foi suficiente. Precisou que o estado regulariza-se leis para manter o trabalhador dependente. Marx mostra isso como uma forma de subordinação formal.

Na gênese do arrendatário capitalista, não há capitalista e não há capital sem a exploração de uma outra pessoa, mão de obra que vai gerar mais valia. Aqui o capital é aquilo que volta aos meios de produção. Essa forma se repetiu no Brasil a partir do século XX. Temos aí a expansão do capitalismo. A produção da massa de dinheiro vem do empréstimo do mesmo na seguinte trajetória: Veneza empresta para Holanda → Inglaterra → Estados Unidos e esse último para o mundo. E a lógica aqui é operar sempre para produzir mais. Posteriormente, Marx traz o protecionismo no sentido de proibir a entrada de outros produtos e a exportação para os países dele dependentes.

Logo, temos o proprietário privado, o camponês como proprietário, versus propriedade privada, capitalista, onde o trabalhador é colocado a mercê de um capitalista, ele foi expropriado se sua terra. Cada capitalista precisa expropriar muitos outros capitalistas (concorrência).

Já no capítulo XI, Marx vai mostrar que a produção capitalista vai começar mesmo quando um mesmo capitalista possui um grande número de trabalhadores, produzindo assim em maior escala e fornecendo maior quantidade de produtos. Tem-se então a cooperação, que é a forma de trabalho em que muitos trabalham juntos, de acordo com um plano, no mesmo processo de produção diferentes, mas conexos. Quanto mais trabalhadores, mais mais valia. A quantidade de trabalhadores vai gerar uma qualidade. O valor é igual a tempo, tempo necessário para a produção de uma mais valia. O escravo não tinha propriedade de si, diferente do assalariado que possuía sua força de trabalho. O valor da força de trabalho (mercadoria) é a soma dos valores por ela consumida. O trabalhador não faz uso da sua força de trabalho, quem o faz é o capitalista. Valor excedente é igual a mais valia. O objetivo é aumentar o tempo de produção excedente. Tudo que é produzido como excedente volta para o mercado de produção.
A aglomeração, o aumento de número de trabalhadores que vai gerar a cooperação, com o objetivo de produzir mais em menos tempo.

A constituição de uma jornada coletiva de trabalhador irá receber uma margem mínima. A numeração de trabalhadores vai gerar uma cooperação coletiva. A quantidade produz qualidade. E esse processo vai gerar a perda da individualidade. É, então, preciso um valor que seja destinado aos meios de produção (matéria prima e meios necessários para trabalhar a matéria prima) espaço e instrumentos. O valor depende do valor que a força de trabalho consome. É preciso que as mercadorias reponham o valor empregado. Economia de ter que investir em espaços de produção.

O trabalhador na atividade cooperativa vai perdendo o domínio do seu tempo, mas não da sua força de trabalho, produção. A cooperação acontece de forma mediada pelo capitalista no sentido de maior produtividade. Marx chama esse processo de manufatura, mecanismo onde os órgãos são seres humanos. Aglomeração gera concorrência. A relação que o empregador estabelece com o trabalhador é o capital. Posteriormente, não há trabalho sem uma orientação. A medida em que o trabalhador vai assumindo posição como parte do processo, tem-se a necessidade de uma pessoa para orientar o/no processo. A cooperação é movimentada pelo capitalismo. Aqui,  a  capacidade produtiva do capital tida como natural. Mas, cabe frisar, que em todo o processo, Marx ressalta a resistência dos trabalhadores.
          
As ferramentas não aumentam na mesma proporção da força de trabalho. Na manufatura vai haver uma especialidade de ferramentas e trabalhadores. Toda cooperação que os trabalhadores tem entre si, tem em vista uma produtividade. Assim, cada um é colocado em uma parte do processo, a mercadoria deixa de ser produto individual.  A manufatura não deixa de ser uma divisão social do trabalho, entretanto, mais especializado. Destaca-se aqui, a virtuosidade do trabalhador parcial e mutilado por perder o controle geral da produção. 

Com a chegada da máquina e a indústria moderna, Marx traz em seus escritos, a utilização do cavalo, água, vento até a chegada da máquina a vapor. Máquina tem valor, mas não produz valor, ele deixa isso bem nítido.

Na cooperação, o capital organiza a produção colocando em uma mesma unidade produtiva inúmeros trabalhadores. Economias são realizadas em decorrência do uso em comum de instrumentos de trabalho. A força coletiva, é uma nova força produtiva.

Na manufatura, a divisão do trabalho representa um salto de qualidade em relação a cooperação. Seja originária da concentração em uma mesma oficina de um mesmo ofício ou de ofícios diversos e independentes, a manufatura representa um período de decomposição das atividades dos artesãos. Esse período simplifica, aperfeiçoa e diversifica as ferramentas, adaptando-as as funções exclusivas específicas do trabalhador parcial. Com isso, ela cria uma das condições materiais para a existência da maquinaria, que consiste numa combinação de instrumentos simples.

A máquina tem um maior valor. O valor da mercadoria corresponde ao tempo de trabalho cristalizado na mesma. O aumento da jornada de trabalho é o aumento da mais valia. A jornada de trabalho tem um limite, devido ao limite dos órgãos humanos.

No “trabalho estranhado” dos manuscritos de Marx, ele traz a reflexão acercada divisão capital, trabalho e renda. Ele nos remete a refletir acerca da origem do alienado e do estranhamento. Hoje, estamos dentro de um mecanismo que exige que trabalhemos (produzimos) cada vez mais. Nas relações voltadas para a produção de capital, existe trabalho alienado. Assim, em seu discurso percebe-se que o trabalhador universaliza o trabalho de tal modo que vive apenas dele e para ele. Aqui, Marx traz o ponto central de sua crítica, de homem com caráter emancipatório. Que precisa quebrar algemas, tirar sua venda e ter uma relação externa com a natureza e consigo mesmo.

Concluindo, Sandra Fonte traz as reflexões da escola, unidade e diversidade partindo da obra de Marx. Aqui, em acordo com Marx, a autora traz a unidade como dependente de um universo e não isolada. Portanto, ser humano como ser objetivo precisa do outro. A defrontação, a relação, eu só me efetivo na relação com o outro (que tem algo que eu não tenho). No sentido em que houve um trabalho e a natureza foi transformada pela ação dos homens, nas produções culturais. Ela retrata aqui, a relação que estamos deixando de ter com as produções culturais. Ela argumenta a necessidade de o ser humano se aproximar de suas produções culturais e não ficar restrito em sua produção física imediata (o trabalho, a mercadoria como fetiche). Aqui, partindo de Marx, a autora traz o fetiche como uma forma de alienação, onde o trabalhador vai supervalorizar o dinheiro, enquanto esse último lhe dá o poder de possuir todos os tipos de bens materiais, desvalorizando  assim as ações e produções humanas.  Para Fonte, a essência humana é algo de caráter histórico. Ela traz a diversidade como elemento de desigualdade, de luta de classes, com deslocamento também para as questões culturais, discutindo as diferenças étnicas culturais.  Para ela a resistência se dá na medida em que o trabalhador reconhece sua alienação. Ou seja, o trabalhador vai percebendo sua alienação, a medida que vai reconhecendo os processos da alienação. Segundo a autora, a diferença é produzida a partir do capitalismo e se expande cada vez mais. Assim, ela propõe uma dialética da diversidade. Ela convida a pensar a diferença, a universalidade a partir do pensamento marxista e a diferenciar a diferença social das outras diferenças.

Seminário Internacional - Fazendo Gênero

Apresentação

O Seminário Internacional Fazendo Gênero 10 - Desafios Atuais dos Feminismos se realizará em Florianópolis, Santa Catarina, entre 16 a 20 de setembro de 2013 e será promovido pelo Centro de Filosofia e Ciências Humanas, pelo Centro de Comunicação e Expressão, bem como por outros Centros da UFSC, em parceria com o Centro de Ciências Humanas e da Educação da UDESC.

 O Fazendo Gênero 10 visa favorecer a articulação dos estudos de gênero com abordagens que envolvem outras categorias de análise como classe, raça, etnia e gerações; criar espaços de troca de experiências e diálogo entre investigadoras/es acadêmicas/os e aquelas/es ligadas/os a outras entidades e aos movimentos sociais; incentivar a participação de estudantes de graduação e de pós-graduação nas discussões travadas no campo dos estudos feministas e de gênero, possibilitando uma formação mais qualificada na área, e produzir conhecimentos que possam resultar em material bibliográfico a ser publicado em livros e periódicos sobre o tema.

A concepção geral do evento considera que, apesar dos avanços obtidos por meio das inúmeras lutas travadas pelas mulheres, muitos obstáculos persistem, alguns se re-configuraram, outros emergiram, exigindo por isso mesmo o debate em torno dos Desafios Atuais dos Feminismos, os quais incluem, entre outros, a baixa participação das mulheres nas instâncias de poder político; as desigualdades de gênero no âmbito do trabalho e da distribuição de renda; as dificuldades enfrentadas no âmbito das lutas pelo direito ao aborto; as violências domésticas e institucionais de gênero; a grave situação das mulheres, principalmente de baixa renda, nos contextos pós-coloniais e transmodernos; as iniquidades em saúde; as contramarchas nas lutas pelos direitos LGBT e contra os efeitos de subordinação das interseções de gênero, classe, gerações, raça/etnia e deficiência; as assimetrias de gênero no âmbito da participação das mulheres na produção do conhecimento científico; a inserção significativa das mulheres nas mobilidades contemporâneas, etc.

Convite - Fórum Sul-Mineiro de Educação Infantil

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Lançamento do livro "Tecendo Gênero e Diversidade Sexual nos Currículos da Educação Infantil"

No dia 13/12/12, foi realizada a tradicional cerimônia de lançamento de livros da Editora UFLA, responsável pela editoração de publicações científicas, técnicas e didáticas da Universidade Federal de Lavras (UFLA). O evento, realizado no Salão de Convenções da Universidade, foi marcado pela apresentação de 12 obras, entre elas o livro "Tecendo Gênero e Diversidade Sexual nos Currículos da Educação Infantil" da professora drª Cláudia Maria Ribeiro, com a presença de autores, coautores, colaboradores e convidados.

O Livro "Tecendo Gênero e Diversidade Sexual nos Currículos da Educação Infantil" é culminância do projeto de extensão universitária do Departamento de Educação (DED) da Universidade Federal Lavras sob a coordenação da profrª drª Cláudia Maria Ribeiro. O projeto contou com apoio de cinco universidades em cinco municípios sendo: UFLA/Lavras, UFJF/Juíz de Fora, UFMS/Campo Grande, USP-leste/São Paulo e UNICAMP/Campinas, onde formou-se 500 professores/as da rede pública que atuam na educação infantil, sendo 100 em cada município.

O livro foi escrito para subsidiar teórico-metodologicamente as propostas curriculares da Educação Infantil e conta com a participação de vários autores e autoras, entre eles as professoras Cláudia Maria Ribeiro, Carolina Faria Alvarenga, Lívia Monique de Castro Faria,Constatina Xavier Filha, Kátia Batista Martins, Ila Maria Silva de Souza e o professor Ricardo de Castro e Silva.

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Ser Professor

Homenagem a todos e todas colegas de trabalho, aqueles que estão na faculdade, os que estão começando agora,aos que estão no alge da carreira, aos professores universitários, da educação básica, de cursos técnicos, aqueles que estão afastados da sala de aula, aos aposentados e a todos aqueles que fazem de nós pessoas melhores pelo simples fato de passar por nossas vidas.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Exposição de trabalhos

Exposição dos trabalhos realizados pelos alunos e professores(as) da Educação Infantil ao 9ºano da Escola Municipal "Itália Cautiero Franco" - CAIC durante o 1ºsemestre e os trabalhos em andamento do 2ºsemestre. Parabéns equipe CAIC.

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Oficina de Brinquedos

A equipe da brinquedoteca Dona Celina convida pais e amigos para participarem da III Oficina de Brinquedos que acontecerá na brinquedoteca nos dias 24, 25 e 26/09 (segunda, terça e quarta-feira) nos seguintes horários: Manhã: de 9:29 às 19:50h Tarde: 15:05 às 16:50h.

Desafios da Inclusão: Da Educação Básica a Atuação Profissional

Nos dias 14 e 15 de setembro de 2012 tive o prazer de participar do 1º Seminário Desafios da Inclusão: Da Educação Básica a Atuação Profissional que aconteceu na Universidade Federal de Lavras através do Projeto Incluir. 

O Seminário teve como objetivo reunir educadores para discutirem a inclusão de pessoas com deficiência nas instituições de Ensino, desde a Educação Básica até a Universidade, e inserção no mercado de trabalho. Estiveram presentes no evento educadores de Lavras e região, a equipe da brinquedoteca de Ijaci, renomados professores da UFLA e de Universidades da região, bem como .representantes do Ministério da Educação, onde asseguraram que “o tema acessibilidade tem sido prioridade no plano de governo da União”. O seminário foi composto de palestras, mesa redonda, roda de conversas e apresentações culturais. Todas as atividades tiveram tradução simultânea em Libras. Foram dois dias de troca de experiências, relatos e depoimentos que ampliaram horizontes em relação as possibilidades de acessibilidade e inclusão. 

As propostas apresentadas durante o Seminário Desafios da Inclusão: Da Educação Básica à Atuação Profissional serão analisadas para que possam nortear os legisladores, a fim de incentivar a participação das pessoas com deficiência no meio acadêmico e profissional. A Realização foi da Universidade Federal de Lavras – UFLA, com Apoio do SESU – Ministério da Educação e Organização GSC Eventos Especiais.

Kátia Batista Martins Pedagoga-UFOP Especialista em Gênero e Diversidade na Escola-UFLA Professora do Telecurso 2000 na E.M. Padre Emílio Luiz Lunkes em Ijaci-MG Professora na Educação Infantil da E.M. Itália Cautiero Franco/CAIC – Lavras-MG

domingo, 9 de setembro de 2012

O 07 de Setembro foi comemorado com festa em Ijaci

O dia da Independência foi comemorado com muita alegria entre os moradores de Ijaci que desfilaram e os que foram prestigiar o desfile dos estudantes e das instituições locais. Sob a coordenação da Secretaria Municipal de Educação e Cultura desfilaram as escolas, ongs, Polícia Militar e a fanfarra municipal. Estiveram presentes também o prefeito municipal Dr.José Maria Nunes bem como os vereadores da Câmara Municipal de Ijaci e autoridades locais. Acompanhe abaixo os melhores momentos do desfile.





























"A educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tam pouco a sociedade muda."

Paulo Freire

Grata pela visita

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