sexta-feira, 20 de março de 2015
FESEX na mídia: Roda de Conversa entrevistou professora da UFLA sobre educação para as sexualidades
Abertura do projeto Borbulhando na UFLA
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
De onde eu vim?
É muito comum na educação infantil que as crianças demonstrem curiosidades com relação aos seus corpos, suas diferenças e semelhanças e de onde vieram. De acordo com a Profª Drª Cláudia Ribeiro da Universidade Federal de Lavras, é importante que as questões da criança tenham espaço para serem colocadas e respondidas com clareza, simplicidade, na medida em que esta curiosidade vai se dando.
Ás vezes, alguns pais querem se livrar logo do assunto e na ansiedade disparam a falar além da necessidade da criança, na tentativa muitas vezes frustrada de que nunca mais vão precisar falar sobre o assunto. Quando uma criança pergunta por exemplo, como o bebê foi parar na barriga da mãe não quer dizer que ela queira ou deseje saber detalhes com relação ao ato sexual dos pais. Responder a criança de maneira simples, clara e objetiva satisfaz sua curiosidade. A satisfação dessas curiosidades contribui para que o desejo de saber seja impulsionado ao longo da vida, enquanto que a não satisfação ou o excesso de informações gera ansiedade e tensão.
Os livros infantis podem ser aliados da prática pedagógica, desde que sejam previamente selecionados por profissionais capacitados.
Eu e as sementinhas (Resumo)
Um menino usa a imaginação e volta para a barriga de sua mãe. Nesse momento, o pequeno garoto cria sua própria história, comparando seu crescimento com o das sementes, descobrindo a magia da vida, com cores e formas diferentes.
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Sexualidade e Gênero na Infância: possibilitando novas experiências.
Kátia B. Martins
Infelizmente os aparatos culturais, na maioria das vezes têm trago consigo, bem como reproduzido conceitos ultrapassados em relação aos papéis do homem e da mulher na sociedade atual, onde os homens ocupam papéis superiores ao das mulheres e consequentemente, as mulheres ocupam papéis inferiores, submissos, que ridicularizam e denigrem sua imagem. "Num momento tão relevante para a construção da identidade, como a faixa etária de zero a seis anos, isso significa no mínimo o não-oferecimento de oportunidades para experiênciar um papel de gênero diferenciado das representações mantidas pelo senso comum."(Cruz, 2010. p.76)
Caberia então a escola, como reprodutora de valores, fazer sua parte através de propostas de intervenções pedagógicas, possibilitando aos seus alunos e alunas refletirem e experiênciarem novas vivências em relação aos papéis de masculino e feminino na sociedade.
Os aparatos culturais podem ser um forte aliado da escola, desde que seu conteúdo seja previamento avaliado por profissionais capacitados, considerando até que ponto a simbologia e representações legitimam o processo de constituição de subjetividades, que relações de poder podem ser exercidas ou percebidas nos mesmos, etc. Enfim, são inúmeros os aparatos que podem ser adequadamente utilizados nas escolas afim de levarem as crianças a constituirem suas identidades e subjetividades dentro de parâmetros coerentes que condizem com as mudanças e trasnformações da sociedade comtemporânea, tornando-se cidadãos e cidadãs de bem, democráticos(as), dotados de razão e capacidades para fazer escolhas éticas, conscientes e críticas.
Assim sendo, trago uma sugestão para trabalhar essas questões de gênero e sexualidade na educação infantil, lembrando que esses saberes estão rizomaticamente ligados um ao outro. O título abaixo é uma história sobre pés que foram questionados acerca de sua identidade e lugar no mundo. Será que pés delicados são sempre das meninas e pés grandes são sempre dos meninos? Os pés revelam quem somos, ou o que queremos ser?
Referências Bibliográficas:
CRUZ, Elizabeth Branco. "Quem leva o nenê e a bolsa?" O masculino na creche. In: Compilado de textos: Projeto Tecendo Gênero e diversidade Sexual nos Currículos da Educação Infantil. MEC/SECAD - Coordenação geral: Professoras Doutoras Cláudia Maria Ribeiro e Ila Maria Silva de Souza - UFLA/DED. Lavras, 2010.
Paulo Freire
Grata pela visita

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