MINI PROJETO ÍNDIOS DO NOSSO BRASIL
JUSTIFICATIVA: Conhecer e valorizar a pluralidade do patrimônio sociocultural brasileiro, bem como aspectos socioculturais de outros povos e nações, posicionando-se contra qualquer discriminação baseadas em diferenças culturais, de classe social, de crenças, de sexo, de etnia, ou outras características individuais e sociais. (Fonte: PCN'S)
OBJETIVOS:
- Conhecer e refletir sobre a história dos índios;
- Conhecer, analisar e debater os hábitos e os costumes indígenas;
- Conhecer, analisar e debater a influência indígena em nossa vida;
- Aprender a respeitar os índios com a finalidade de construir a cidadania numa sociedade plurétnca e pluricultural;
- Utilizar diferentes linguagens - verbal, plástica e corporal - como meio de produzir, expressar e comunicar suas idéias.
- Saber que existem diferentes fontes de informação e recursos tecnológicos para adquirir e construir conhecimentos.
- Propor as crianças que pesquisem e levem para a sala de aula recortes de pessoas que possam ser indígenas ou descendentes de índios, bem como qualquer gravura ou informação sobre o tema;
- Rodas de conversas (debate sobre a pesquisa das crianças, explorar oralmente os conhecimentos prévios das crianças), conversar sobre a história dos índios, seus usos e costumes;
- Elaborar um cartaz com a pesquisa das crianças;
- Mostrar vídeos relacionados ao tema (tem uns bem legais no you tube);
- Músicas;
- Construir um cartaz ilustrando a música dos 10 indiozinhos;
- Desenho livre na folha e/ou com giz no pátio;
- Decorar o cocar feito pela professora;
- História: Contar a lenda da mandioca com gravuaras. Pedir as crianças que recontem a lenda.
Fazer a pintura facial das crianças e fantaziá-los de índio.
"SOMENTE ATRAVÉS DE UMA PROPOSTA VIVA É QUE PODEMOS TRABALHAR COM AS CRIANÇAS. É ASSIM QUE ELAS TÊM OPORTUNIDADE DE PERCEBEREM QUE O CONHECIMENTO É REPLETO DE SIGNIFICADOS E QUE ELE NÃO ESTÁ PRESENTE APENAS NOS LIVROS, MAS NAS NOSSAS AÇÕES COTIDIANAS E ESTÁ AO ALCANCE DE TODOS."
FEIRA ANTROPOLÓGICA
A feira antropológica aconteceu no dia 16/02/2008, na praça Dr. Augusto Silva em Lavras/MG, como atividade proposta da disciplina de antropologia II do curso de Pedagogia. Foi um espaço de novos aprendizados, novos conhecimentos e contato com a história. A tribo indígena da Aldeia Mua-Mimatxi localizada em Itapecerica/MG, apresentou na feira a diversidade de seu artesanato e sua cultura. Vivendo da agricultura e de seu artesanato, nesta aldeia, atualmente com 11 famílias, estão 45 pessoas que trabalham e aprendem como usar seu território, como afirmar sua cultura e rituais. Na praça dançaram chamando o dia e a noite, uma dança que faz parte de um grande ritual de festa das águas, que acontece em 5 de outubro, e é um ritual sagrado. Como diz o índio Siwê-Pataxó, com 21 anos que cursa Licenciatura para Povos Indígenas na Universidade Federal de Minas Gerais, "agente veio pelo contato da terra com a água, a purificação é quando começa o tempo das águas".
(Fonte: Vivências em EAD, ano I, nº2 )
Fica a dica:
ResponderExcluirhttp://tvescola.mec.gov.br/index.php?option=com_zoo&view=item&item_id=4935
A série "Índios no Brasil" mostra a relação da população indígena brasileira com a natureza, com o sobrenatural e com os não-índios.
Ao contar a história do Brasil, muitas vezes o índio é tratado como um ser que parou no passado. Além disso, relacionado a atraso, preguiça e selvageria. Este episódio apresenta quem são e como vivem os indígenas no Brasil atual, tomando como foco a relação deles com os outros brasileiros.
Pessoas das tribos Krenak, MG; Kaxinawá, AC; Ashaninka, AC; Yanomami, RR; Pankararu, PE e Kaingang, SC, conversam sobre o assunto.
Outra dica que julgo importante é trabalhar coma as crianças a imagem do indígena como ele é hoje. Os índios são nações diferentes umas das outras, cada povo tem sua característia o que o identifica. A imagem física também tem que ser mostrada, não uma figura estática como mostram os livros, eles se misturaram com os demais povos brasileiros e hoje tem a cara igual a qualquer um de nós. O que os faz ser índio não é a aparência física, mas sim a vivência da cultura. E isso tem que ser entendido e respeitado.
ResponderExcluirOlá Cristiane!
ExcluirSua dica foi muito importante e de grande valia. Hj penso diferente da época em que fiz essa postagem. E o que contribuiu para uma nova forma de olhar a cultura indígena foi a especialização que fiz em Diversidade na Escola. Concordo com sua fala: "O que os faz ser índio não é a aparência física, mas sim a vivência da cultura. E isso tem que ser entendido e respeitado."
Obrigada por sua visita.
Volte sempre.